Porque tristezas não pagam dividas.
Só mesmo os sacrifícios dos Funcionários Públicos...

sábado, 12 de outubro de 2013

Para que conste.




Esse seu olhar tão altaneiro,
Esse seu falar tão moderado.
Esse seu perfil velho e cansado,
Essa preocupação de não ter dinheiro.

Vai tentando entre nós algum alento,
E busca no governo o seu conforto.
Procura-se, mas não se lhe encontra um sentimento,
E está no Face julgando estar no Porto.

Sua voz é apagada e inexistente,
O seu passado presente, é evidente,
Ainda que isso tenha sido mau para a malta.

É assim o Presidente de todos nós,
A quem buscamos e não encontramos voz,
Em bolsos furados, a côdea que nos falta.

Sugestão de leitura para esta semana: “A Desumanização” de Valter Hugo Mãe.
Parece um contra-censo. Uma ideia algo bipolarizada, mas fica lançado o desafio: Apesar da tristeza evidente, DIVIRTAMSEMAZÉ!


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